17.1.11

Alimentação Infantil. Alguns Mitos e Verdades.

Reunimos algumas das dúvidas mais freqüentes sobre nutrição das crianças e, para acabar de vez com elas, pedimos ajuda a alguns dos melhores especialistas no assunto

Jantar muito tarde provoca sono agitado nas crianças?
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. “Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida”, afirma Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo. “Após esse período a criança pode se deitar tranqüilamente”, completa o médico.

É melhor o bebê comer frutas com ou sem casca?
“O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras”, garante Fábio Ancona Lopes, especialista em alimentação infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura infantil?
“Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos da boca e facilitando a fala”, diz Renata Cocco, pediatra da Unifesp. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para a alimentação do resto da infância e da adolescência.

O leite de soja pode substituir o de vaca?
“Sim, se o problema for intolerância à lactose”, explica Renata Cocco. “Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio.” É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a alimentação do seu filho.

Alimentos com corantes causam alergia?
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. “Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas”, revela a pediatra Renata Cocco. “Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações a aditivos alimentares.”

Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?
“Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos”, informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, a inclusão desse tipo de bebida na alimentação infantil pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

*Por Adriana Toledo
Matéria retirada do site www.bebe.com.br

12.11.10

Diabete Gestacional

A doença que só aparece na gravidez

O diabete gestacional é uma condição de intolerância aos carboidratos, com graus de intensidade variados. Sua principal característica é o início ou detecção durante a gravidez, podendo ou não, persistir após o parto, quando se deve fazer uma nova avaliação.
A glândula endócrina localizada no pâncreas, responsável pela produção de insulina, tem como função controlar a quantidade de açúcar no sangue. Devido às mudanças que ocorrem no organismo da gestante, alguns hormônios podem prejudicar a ação da insulina, dificultando a entrada de glicose nas células.
Para a maioria das mamães, o corpo compensa este desequilíbrio aumentando a fabricação de insulina, mas quando há uma diminuição desta produção, eleva-se a taxa de açúcar sanguíneo e surge a diabete gestacional.

Causas

O reconhecimento da doença logo no início da gestação desempenha um papel de extrema inportância, pois é possível evitar a morbimortalidade obstétrica e complicações fetais, tais como: macrossomia (fetos muito grandes), imaturidade pulmonar fetal, hipoglicemia (taxa de glicose no sangue abaixo do normal), hipocalcemia (baixo teor de cálcio no sangue) e hiperbilirrubinemia (aumento do teor de pigmentação amarela no sangue) nos recém-nascidos, além de má formação do bebê.

Tratamento

Se diagnosticada cedo, a mamãe pode ter uma gravidez tranquila, recebendo orientação especializada e tratamento adequado. Além de realizar uma dieta rigorosa própria para diabéticos para controlar os níveis glicêmicos deve-se monitorar constantemente para que permaneça dentro do padrão de normalidade.
Daí a importância da verificação da taxa de açúcar no sangue durante os exames pré-natais, já que é nesta fase que os índices de glicose no sangue podem estar elevados. A mamãe deve ainda ser incentivada a realizar atividades físicas com ezercícios próprios para gestantes, como: hidroginástica, caminhadas, aulas de alongamento e relaxamento corporal, porém sempre respeitando seus limites.
Tratamento com insulina, especificamente aquele que não causa perigo para o bebê, só deve ser introduzido caso apenas a dieta não seja suficiente para manter os níveis adequados de glicemia no organismo da gestante ou se ocorrer um crescimento exagerado do feto.
Os níveis de açúcar no sangue da gestante devem ser acompanhados também após o parto, ainda que a maior parte das mulheres deixe de apresentar as características do diabete, apesar de ter maiores chances de desenvolver a doença no futuro.



Alimentação saudável, exercícios e acompanhamento médico são importantes para evitar a elevação do açúcar no sangue.


14.9.10

O que é MDF? E MDP? Saiba mais sobre esses materiais e suas aplicações.

MDP significa Medium Density Particleboard ou, traduzindo, Painel de Partículas de Média Densidade. MDF significa Medium Density Fiberboard ou, Painel de Fibras de Média Densidade. Tanto o MDP como o MDF são painéis produzidos a partir de madeira e resinas, e ambos são amplamente utilizados pelas marcas top de linha na fabricação de móveis.


MDF: É um painel de fibras de madeira com resinas sintéticas e outros aditivos.
Para obtenção das fibras, a madeira é cortada em pequenos cavacos e em seguida triturada. O MDF possui consistência e algumas características mecânicas que se aproximam da madeira maciça, caracterizando-se por possuir boa estabilidade dimensional e grande capacidade de usinagem.




MDP: É um painel de fibras de madeira, assim como o MDF.
O MDP é resultado de investimento em novas e avançadas tecnologias de produção. Para a obtenção da chapa utilizam-se prensas e classificadores de partículas, associados a utilização de resinas de última geração. Por isso o MDP pertence a uma nova geração de painéis de madeira, industrializada com características superiores e totalmente distintas dos painéis de madeira aglomerada de antigamente.




Diferenças entre MDF e MDP 
No painel de MDP são utilizadas partículas de madeira em camadas, ficando as mais finas na superfície e as mais grossas no miolo.
Já no MDF, aglutinam-se fibras de madeira, porém, ambos são classificados como painéis de media densidade.




Principais Aplicações do MDF e MDP
MDF - portas usinadas baixo relevo, arredondadas, baixo relevo para revestimento PET, fundos de móveis, frente de gavetas, laterais de gavetas e fundo de gavetas.


MDP - para laterais, divisórias, prateleiras, portas retas, fundo de móveis, frente, laterais de gavetas, tampos retos, tampos pós formados, base superior e inferior. O MDP é indicado para produção de móveis de linhas retas ou formas orgânicas, que não exijam usinagens em baixo relevo, entalhes ou cantos arredondados.

10.9.10

Cadeira de Segurança para crianças é item obrigatório


Desde o início do mês de Setembro/2010, é obrigatório o uso de cadeiras especiais para crianças de até 7 (sete) anos. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu a resolução em 2008 e, após dois anos de adaptação, a lei entra em vigor.

Caso haja descumprimento da lei a partir do dia 01/09/10, a infração será considerada gravíssima, o proprietário do veículo vai receber uma multa de R$ 191,54, sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), além da retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada.

A fiscalização do Detran será por blitzes e os fiscais já são treinados para analisar se as cadeirinhas são certificadas pelo INMETRO.

Os recém-nascidos até 1 (um) ano devem viajar no bebê-conforto. As crianças que já conseguem sentar, de 1 (um) à 4 (quatro) anos, devem passar para a cadeirinha de segurança. Acima de 4 (quatro) e até 7 (sete) anos, é hora de a criança usar o booster ou assento de elevação. Com sete ou mais anos, já é hora de usar o cinto de segurança de três pontos.


12.8.10

Exercícios na gravidez geram bebês mais magros.


Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo um estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

 Os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona analisaram 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.
 Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.

 Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do que as de mães que não se exercitaram.

Chances maiores

 Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.

 A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.

"Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança", disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.

 O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criança no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.

 Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.


Fonte: BBC Brasil - noticias.uol.com.br



3.8.10

Chegaram as COLOR JEANS, pessoal!!!

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